terça-feira, 27 de março de 2018

Quando o Brasil disputava de igual para igual com os EUA na tecnologia espacial
A segunda Guerra Mundial 1939-1945 foi uma guerra muito aproveitosa para os Aliados. Além de comprimirem, arrasar com cidades alemãs, matar Hitler, entre outros feitos; os aliados herdaram da então fragilizada Alemanha, engenheiros e especialista em foguetes, começando assim a espetacular corrida espacial.
Neste período, no princípio da corrida espacial, não havia um mandatário, somente duas hiper nações que dividia o planeta. Ou seja, tanto Brasil, Rússia, EUA, estavam no mesmo patamar quando se tratava de tecnologia espacial.


Conspiração e sabotagem

Tempo depois, o Brasil tinha iniciado suas pesquisas e, estava quase tudo dando certo para o Brasil. Centro de lançamento de Alcântara bem localizado geograficamente, quase tudo pronto e acontece algo inesperado.


 Um acidente comprometedor, um incêndio, paralisava o sonho brasileiro de conquistar o espaço.

Muito se especulou sobre o tal fato, devido as circunstâncias e o que estava envolvido com este feito. Muitas teorias de conspiração foram levantadas insinuando a intervenção de algum outro país, como o EUA.
 Das teorias levantadas, muitos contestam as razões de tal acidente considerando as possibilidades do ocorrido, o que realmente aconteceu, e como; dando a entender de uma proválvel sabotagem.

Com esse acidente, o Brasil congelou o então sonho, em 2003. Há rumores da continuidade de projetos espaciais para  ano que vem (2019), não sendo tão palpavel quanto antes, pois outros mercados possuem décadas de vantagem. 
 

terça-feira, 13 de março de 2018

Uboat: O terror das águas e a Rendição mais inusitada da Segunda Guerra Mundial
Uboat ou Uboot:
 
A Segunda Guerra Mundial foi uma guerra muito tecnológica. Durante os diversos conflitos ocorridos neste período, foram testados armamentos mais sofisticados, computadores para receptação e envio de ordens, e também a inovação automotora, quanto para transporte, como também para destrinchar inimigos. Dentre esses veículos tank, havia o terror das águas, orgulhosamente chamado de Uboat.
Uboat ancorado em exposição no German Maritime Museum, Bremerhaven Picture. flickr.com

Fabricado na Alemanha, os Uboats tinham uma importante missão para os Eixo: Afundar qualquer embarcação que navegasse perto deles. Eficientes e com uma facilidade mecânica fora do comum para a época, os comandantes e projetistas afirmavam que era inimaginável abatê-los, pois não havia um à altura. No entanto, algo mais inacreditável aconteceu. Dia 14 de abril, ano 1945, considerado um dia "normal" para a tripulação do U1206, foi marcado repentinamente pela surpresa e pelo desespero. A 13 quilômetros da costa escocesa, e em uma profundidade de 61 metros, o então Tenente-Capitão Karl-Adolf Schitt, foi usar o toilette do submarino sem o acompanhamento do especialista, o único que detinha as informações da embarcação, que era muito moderna. 

O complexo do Uboat: Segunda Guerra Mundial

O Uboat era muito complexo. esta complexidade se resumia de tal forma que, para realizar uma descarga, havia um procedimento específico. 
Toilet original de um Uboat. Fica evidente a complexidade do toilet pelas as válvulas de contenção. U-Boot Museum Hamburg, Hamburg Picture. 
E, com a ação do capitão em dar a descarga, houve um diferencial de pressão do submarino em relação ao ambiente externo, começando assim uma inundação avassaladora e fecal. No entanto, esse era o mínimo dos problemas. Posteriormente, a inundação chegou à sala de máquinas se misturando com as baterias líquidas, formando gases tóxicos. E após isso, debilitados pela intoxicação, quatro submarinistas morreram, e na esperança da sobrevivência, o submarino emergiu sendo imediatamente rendido pelos escoceses.
Uboat sendo capturado pela Guarda Costeira Escocesa em 1945

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